quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Aguapé- Imagens semanais.



"Lentilha dá agua"- Descrção e curiosidades.

CARACTERÍSTICAS

Descrição
Família: Lemnaceae
É uma pequena planta aquática flutuante de água doce com uma, duas ou três folhas ovais de cor verde claro e com 1-8 mm de comprimento. Possui a raiz suspensa na água com 1-2 cm de comprimento.
A propagação ocorre por divisão e raramente produz flor.
Habitat
Charcos, lagos, canais de irrigação e linhas de água com caudal reduzido.
Fenologia
Floração de Fevereiro a Outubro.

NOME CIENTÍFICO Lemna minor
CURIOSIDADES
Forma colônias muito rapidamente que podem cobrir a totalidade da superfície de massas de água paradas.
A lentilha-de-água é rica em proteínas e gorduras constituindo uma fonte de alimento para aves e peixes.
A raiz é pegajosa e por vezes adere às penas e patas das aves atuando como um veículo de dispersão.
Utilizada na aquariofilia como ornamental e como alimento na criação de aves.
Distribuição
Nativa da África, Ásia, Europa e América do Norte. Em Portugal ocorre em praticamente todo o território.

Fonte: http://www.charcoscomvida.org/biodiversidade/flora/plantas-flutuantes/lentilha-de-agua

"Aguapé: planta da Amazônia é arma poderosa contra poluição"





"1955Aguapé não é praga. Além de ser muito útil em lagos de jardins, essa planta pode ser usada por pequenos agricultores como fonte de energia, combustível e fertilizante. Sobram estudos e falta determinação, constata-se na análise do trabalho persistente feito na internet pelo fiscal agropecuário do Ministério da Agricultura e bacharel em química, Missao Tanizaki, de Brasília.
Originária do Brasil, a Eichornia crassipes – seu nome científico – foi introduzida em vários países por causa de suas bonitas flores. Prolifera muito: em ambientes propícios pode aumentar a biomassa na taxa de 5% ao dia. Tem um poder de germinação enorme. Se for retirada completamente de um lago, para que as suas sementes germinem basta a presença de luz atravessando a lâmina d’água até o fundo.
É também conhecida por baronesa, camalote, aguapé-de-flor-roxa, dama-do-lago, jacinto-d’água, murerê, mureru, muriru, murumuru, mururé-de-canudo, orelha-de-veado, orquídea-d’água, parecí, pavoã e rainha-dos-lagos.
Um dos maiores defensores dessa planta encontrada do sul do País à Amazônia, Tanizaki disse esta semana à Agência Amazônia que municípios brasileiros e sul-americanos com a presença de aguapé deveriam mobilizar especialistas na busca da sua melhor destinação. “Alguns já fazem isso, mas a limpeza de algumas áreas alagadas deve ser um componente social, uma tarefa de todos”, ele observou. O fiscal lembrou que no Lago Paranoá, em Brasília já se fez um trabalho para a preservação da qualidade das águas.

Saiba mais sobre a planta
    * Constituintes químicos: minerais da planta (1% do peso verde da planta): 28,7% de potássio, 21% de cloro, 12% de cal, 7% de anidrido fosfórico, 1,8% de soda, 1,28% de nitrogênio e 0,59% de magnésio.
    * Pela sua grande capacidade de absorção de nutrientes, pode ser usada na despoluição de esgotos. Suas folhas são rígidas e brilhantes, com cutícula espessa e repelente à água e ficam reunidas em rosetas.
    * Estima-se que o Canal do Panamá ficaria totalmente obstruído em apenas três anos, se não fossem tomadas medidas relativas ao controle do aguapé.
    * Não tolera salinidade e suas folhas também são sensíveis às geadas. Na Índia, invade plantações de arroz, impedindo o seu crescimento. Na África, escapou para o Rio Congo e chegou ao Nilo. Em algumas partes do Sudão reproduziu-se tanto que impediu a navegação. Nos EUA tentaram erradicá-la por meio do uso de arsênico, o que causou a mortandade de diversos animais domésticos, devido ao envenenamento da cadeia alimentar.
    * A base das folhas geralmente parece uma pequena bóia . As rosetas multiplicam-se por meio de estoleões. Suas raízes são numerosas, com coifas bem desenvolvidas. Flores belíssimas apresentam o fenômeno tristilia, bastante raro em plantas. Neste fenômeno verificam-se basicamente três tipos de plantas, cada uma com um tipo de flor. Estas flores têm seus estames e estiletes em três alturas diferentes. Quando as abelhas visitam estas flores, tocam em partes diferentes da planta, ora sujando-se de pólen ou conduzindo esse pólen para outra planta e recebendo outro. Dá-se a polinização cruzada."

Fonte: http://www.sunnet.com.br/home/Noticias/Aguape-planta-da-Amazonia-e-arma-poderosa-contra-poluicao.html

Acompanhamento semanal do desenvolvimento do peixe 5º



quarta-feira, 6 de maio de 2015

O uso do peixe Betta ao combate a dengue

 O uso do peixe betta ao combate a dengue

Os animais ajudam no combate a dengue, já que se alimentam das larvas dos mosquitos.
“O controle da dengue não consiste apenas na ação química. Utilizamos várias medidas, de acordo com cada situação”, diz Socorro Furtado, Coordenadora do Grupo de Controle de Endemias da secretaria municipal de saúde.
A distribuição fez parte das ações sociais realizadas pela Prefeitura de Fortaleza no combate a dengue. Entre as atividades maquetes mostram como evitar a proliferação do mosquito aedes aegypti em casa.

A exemplo de outras espécies de peixes, o betta é um grande predador tanto do mosquito adulto quanto em sua fase larval, porém apresenta uma característica comum em peixes membros da família dos Anabantídeos: é a presença de um órgão chamado labirinto, que permite capturar oxigênio na superfície fazendo com que seja um peixe adaptado a locais em que a água apresenta pouco oxigênio dissolvido, como os brejos.
Essa característica faz com que seja dispensável o uso de bombas para oxigenação, tornando mais fácil a sua manutenção em relação a outros peixes, além de seu pequeno porte, principalmente as fêmeas. É mais versátil no uso contra o mosquito transmissor da dengue, podendo ser usado até mesmo em cisternas e reservatórios de água que costumam ser atrativos aos mosquitos.
O fato de possuir em casa um peixe betta em um pequeno aquário pode constituir como uma verdadeira armadilha mortal para algum mosquito que venha, por ventura, depositar seus ovos na parede do recipiente que contém o peixe, impedindo assim sua proliferação.

Fontes: G1(http://g1.globo.com/ceara/noticia/2011/07/peixes-betta-sao-distribuidos-como-aliados-no-comabte-dengue-no-ce.html) e (http://www.alagoastempo.com.br/noticia/46587/curiosidades/2013/11/19/peixe-betta-um-pequeno-heroi-contra-a-dengue.html).

Pesquisa sobre as plantas - (semente plantada).

Uva

A uva é o fruto da videira (Vitis sp.), uma planta da família das Vitaceae. É utilizada frequentemente para produzir sumo, doce (geleia), vinho e passas, podendo também ser consumida crua.
Entre as espécies de videiras podemos referir:

O cultivo da uva começou cerca de 6.000 a 8.000 anos atrás, no Oriente Médio.2 A levedura, um dos primeiros microorganismos conhecidos pelo homem, ocorre naturalmente na casca das uvas, levando a produção de bebidas alcoólicas, como o vinho. Os primeiros vestígios de vinho tinto são vistos na Armênia antiga, onde foi encontrada a adega mais antiga do mundo, datando de cerca de 4.000 a.C.. Por volta do Século IX, a cidade de Shiraz era conhecido por produzir um dos melhores vinhos do Oriente Médio. Assim, tem sido proposto que o nome do vinho tinto de Syrah possui origens em Shiraz, uma cidade na Pérsia, onde a uva foi usada para fazer vinho Shirazi. Hieróglifos no Antigo Egito recordam o cultivo de uvas, e a história atesta também que povos antigos da Grécia, Fenícia e Roma também cultivavam uvas para a alimentação e produção de vinho. Mais tarde, o cultivo de uvas se espalhou pela Europa, norte da África e, finalmente, América do Norte. Uvas pertencentes ao gênero Vitis proliferaram naturalmente nas selvas da América do Norte, e foram parte da dieta de muitos nativos americanos, mas foram considerados pelos colonizadores europeus como impróprio para a produção de vinho.


No Brasil o cultivo da videira começou em 1535, na Capitania de São Vicente trazida pelos portugueses.
A imigração italiana em São Paulo e na Região Sul do Brasil no final do século XIX deu um grande impulso à cultura. O consumidor pode saborear uva o ano todo. Uma pesquisa sobre os hábitos de compra do consumidor de uva feita pela equipe do CQH da CEAGESP mostrou que os consumidores procuram a uva nas gôndolas e que a doçura da baga é a característica determinante da compra.
São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Pernambuco e Bahia são grandes produtores. As melhores épocas de produção variam com as características climáticas de cada região.
No Entreposto Terminal de São Paulo da CEAGESP predominam as uvas originárias do estado de São Paulo das regiões de Botucatu, Campinas, Itapetininga e Sorocaba, no período de novembro a março, e de Dracena e Jales de julho a novembro. O Estado do Paraná é o maior fornecedor nacional de julho a novembro, uma janela de mercado onde entram poucos fornecedores. O Nordeste do Brasil concentra a sua oferta de agosto a dezembro.
A uva é uma das frutas mais exportadas e também uma das mais importadas pelo Brasil. Uvas chilenas, americanas, argentinas tem no Brasil um mercado cada vez maior. A Câmara Setorial de Frutas, órgão da Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo apresenta as normas de Classificação da Uva (Vitis vinifera L.).
A adição dessas normas trará confiabilidade à comercialização, conferindo competitividade à uva, beneficiando toda a cadeia de produção.

 

Fonte: Wikpédia

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Acompanhamento semanal do desenvolvimento do peixe 3º

3ª Semana: 20/04/15


Acompanhamento semanal do desenvolvimento do peixe 2º

2ª semana: 13/04/15

 

Acompanhamento semanal do desenvolvimento do peixe 1º

1ª semana: 6/04/15


 

Imagem do nosso peixe.

Imagem da internet da 
espécie do nosso peixe.



Informações extras:
Nome Científico: Betta  Splendens

Outros Nomes: Peixe de Briga

Família: Anabantidae

Origem: Sudeste da Ásia (Vietnã, Camboja, Laos)

Características:

Machos possuem belíssimas nadadeiras, bem longas e de coloridos variados, são peixes lentos e quando sozinhos bastante calmos e tranquilos.
Mesmo sendo um peixe relativamente resistente e de ter a capacidade de respirar ar atmosférico, deve ser mantido em um aquário com um filtro externo.
 

Sociabilidade:

Solitário(macho) e cardume(fêmeas).
Dois machos juntos lutarão até a morte; as fêmeas podem conviver com outros peixes pacificamente, machos também podem conviver com outros peixes que tenham temperamento calmo.

Posição no Aquário: Todo o Aquário

pH: 6.8 a 7.2





Temperatura: 25ºC a 28ºC

Tamanho Adulto: 8 cm

Alimentação:

Carnívoro. Deve ser alimentado com rações em flocos, em grânulos de fácil digestão e alimentos vivos. Evite ao máximo oferecer rações em “bolinhas” de baixa qualidade, pois provocam constipação intestinal no peixe. Uma alimentação variada é sempre mais recomendada.

Reprodução:

Ovíparo. Após juntá-los (a fêmea deverá ficar em um compartimento isolado, porém transparente) a macho começará a construir o ninho de bolhas e após o “abraço” os ovos serão colocados nas bolhas. Os alevinos podem ser alimentados com infusórios e náupios de artêmia.

Dimorfismo Sexual:

O macho é maior que a fêmea e possui nadadeiras grandes com relação ao corpo. Ao ficar na frente de um espelho, o macho fica “irritado” e eriçado.

segunda-feira, 13 de abril de 2015