quarta-feira, 6 de maio de 2015

O uso do peixe Betta ao combate a dengue

 O uso do peixe betta ao combate a dengue

Os animais ajudam no combate a dengue, já que se alimentam das larvas dos mosquitos.
“O controle da dengue não consiste apenas na ação química. Utilizamos várias medidas, de acordo com cada situação”, diz Socorro Furtado, Coordenadora do Grupo de Controle de Endemias da secretaria municipal de saúde.
A distribuição fez parte das ações sociais realizadas pela Prefeitura de Fortaleza no combate a dengue. Entre as atividades maquetes mostram como evitar a proliferação do mosquito aedes aegypti em casa.

A exemplo de outras espécies de peixes, o betta é um grande predador tanto do mosquito adulto quanto em sua fase larval, porém apresenta uma característica comum em peixes membros da família dos Anabantídeos: é a presença de um órgão chamado labirinto, que permite capturar oxigênio na superfície fazendo com que seja um peixe adaptado a locais em que a água apresenta pouco oxigênio dissolvido, como os brejos.
Essa característica faz com que seja dispensável o uso de bombas para oxigenação, tornando mais fácil a sua manutenção em relação a outros peixes, além de seu pequeno porte, principalmente as fêmeas. É mais versátil no uso contra o mosquito transmissor da dengue, podendo ser usado até mesmo em cisternas e reservatórios de água que costumam ser atrativos aos mosquitos.
O fato de possuir em casa um peixe betta em um pequeno aquário pode constituir como uma verdadeira armadilha mortal para algum mosquito que venha, por ventura, depositar seus ovos na parede do recipiente que contém o peixe, impedindo assim sua proliferação.

Fontes: G1(http://g1.globo.com/ceara/noticia/2011/07/peixes-betta-sao-distribuidos-como-aliados-no-comabte-dengue-no-ce.html) e (http://www.alagoastempo.com.br/noticia/46587/curiosidades/2013/11/19/peixe-betta-um-pequeno-heroi-contra-a-dengue.html).

Pesquisa sobre as plantas - (semente plantada).

Uva

A uva é o fruto da videira (Vitis sp.), uma planta da família das Vitaceae. É utilizada frequentemente para produzir sumo, doce (geleia), vinho e passas, podendo também ser consumida crua.
Entre as espécies de videiras podemos referir:

O cultivo da uva começou cerca de 6.000 a 8.000 anos atrás, no Oriente Médio.2 A levedura, um dos primeiros microorganismos conhecidos pelo homem, ocorre naturalmente na casca das uvas, levando a produção de bebidas alcoólicas, como o vinho. Os primeiros vestígios de vinho tinto são vistos na Armênia antiga, onde foi encontrada a adega mais antiga do mundo, datando de cerca de 4.000 a.C.. Por volta do Século IX, a cidade de Shiraz era conhecido por produzir um dos melhores vinhos do Oriente Médio. Assim, tem sido proposto que o nome do vinho tinto de Syrah possui origens em Shiraz, uma cidade na Pérsia, onde a uva foi usada para fazer vinho Shirazi. Hieróglifos no Antigo Egito recordam o cultivo de uvas, e a história atesta também que povos antigos da Grécia, Fenícia e Roma também cultivavam uvas para a alimentação e produção de vinho. Mais tarde, o cultivo de uvas se espalhou pela Europa, norte da África e, finalmente, América do Norte. Uvas pertencentes ao gênero Vitis proliferaram naturalmente nas selvas da América do Norte, e foram parte da dieta de muitos nativos americanos, mas foram considerados pelos colonizadores europeus como impróprio para a produção de vinho.


No Brasil o cultivo da videira começou em 1535, na Capitania de São Vicente trazida pelos portugueses.
A imigração italiana em São Paulo e na Região Sul do Brasil no final do século XIX deu um grande impulso à cultura. O consumidor pode saborear uva o ano todo. Uma pesquisa sobre os hábitos de compra do consumidor de uva feita pela equipe do CQH da CEAGESP mostrou que os consumidores procuram a uva nas gôndolas e que a doçura da baga é a característica determinante da compra.
São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Pernambuco e Bahia são grandes produtores. As melhores épocas de produção variam com as características climáticas de cada região.
No Entreposto Terminal de São Paulo da CEAGESP predominam as uvas originárias do estado de São Paulo das regiões de Botucatu, Campinas, Itapetininga e Sorocaba, no período de novembro a março, e de Dracena e Jales de julho a novembro. O Estado do Paraná é o maior fornecedor nacional de julho a novembro, uma janela de mercado onde entram poucos fornecedores. O Nordeste do Brasil concentra a sua oferta de agosto a dezembro.
A uva é uma das frutas mais exportadas e também uma das mais importadas pelo Brasil. Uvas chilenas, americanas, argentinas tem no Brasil um mercado cada vez maior. A Câmara Setorial de Frutas, órgão da Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo apresenta as normas de Classificação da Uva (Vitis vinifera L.).
A adição dessas normas trará confiabilidade à comercialização, conferindo competitividade à uva, beneficiando toda a cadeia de produção.

 

Fonte: Wikpédia